Cuidas, ínvio, que cumpres, apertando Teus infecundos, trabalhosos dias Em feixes de hirta lenha, Sem ilusão a vida. A tua lenha é só peso que levas Para onde não tens fogo que te aqueça, Nem sofrem peso aos ombros As sombras que seremos. Para folgar não folgas; e, se legas, Antes legues o exemplo, que riquezas, De como a vida basta Curta, nem também dura. Pouco usamos do pouco que mal temos. A obra cansa, o ouro não é nosso. De nós a mesma fama Ri-se, que a não veremos Quando, acabados pelas parcas, formos, Vultos solenes, de repente antigos, E cada vez mais sombras, Ao encontro fatal - O barco escuro no soturno rio, E os nove abraços da fieza stígia E o regaço insaciável Da pátria de Plutão.
crominha! somos os 2 crominhos.hehe mas com pinta...so akele blazer dava o style todo e o copito de vinho...pa proxima tumams os 2....e ainda nao provei a chimay...ai pois e :P
LOLOLO é cada pérola ,nesta língua portuguesa!!! Deixo-te ainda as célebres expressões, cheias de significado "monta um porco e basa!" e ainda "és fino como um alho" para pensares. Com toda a certeza , que te vai tirar o sono...